A Linkagem de hoje é sobre política (sim!)

Eleição tá chegando e não se esqueçam: votar nulo e branco não é voto contabilizado.
Votos brancos, nulos e abstenções NÃO entram na contagem de votos!
Só é eleito quem tem votos válidos
Então quem pensa que votar nulo ou branco vai gerar novas eleições, vai ser uma revolta popular, voto de protesto: interpretação errada da lei.
Eu já votei nulo diversas vezes por não achar ninguém adequado, mas não caiam nessa de que é "revoltinha" que vai sacudir o país. É opção. É escolha. Nada mais que isso.

Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política.
Simplesmente serão governados por aqueles que gostam. (Platão)

Eu sempre gostei de política e sei que fujo um pouco da regra dos brasileiros. Pra mim política e religião se discute, devem ser temas de conversas abertas, históricas, sociológicas e antropológicas. Não devem ser silenciadas e nem tabus. A falta de informação é que gera a ignorância. E da ignorância vem o preconceito.
Eu acredito que alternativos não precisam ser pessoas alienadas politicamente! Na verdade, se analisarmos algumas subculturas, várias delas tem certas ideologias ou engajamentos em certas pautas. Eu sinto falta de ver alternativos brasileiros engajados na política tanto como são com batons e delineadores, produtos de cabelo ou guitarras. Justo nós que buscamos informações fora do senso comum... justo nós que queríamos andar na rua com a roupa e o visu que gostamos... precisamos nos engajar nas mudanças (ou permanências) que desejamos!

Pra quem é a favor do direito de minorias, aqui vai minha primeira linkagem, pra analisar candidatos, cliquem no link a seguir:
http://merepresenta.org.br

Sabe o mais bizarro? Dentre os ítens que selecionei, não tem candidato na minha cidade...
Sei que é uma cidade conservadora mas fiquei chocada.
Mas bom pra saber em que nível estamos em termos de políticos interessados em direitos humanos... e nesse caso, depois de refletir, não descarto anular voto, mas já sabendo claro, que não é voto de protesto, é opção!

http://merepresenta.org.br

A segunda linkagem é na verdade um vídeo do programa Espelho, com Lázaro Ramos no Canal Brasil - adoro esse programa, pois alguns convidados sempre soltam questionamentos interessantes, pensamentos alternativos, fora da regra -  com o professor Douglas Belchior.

É ÓTIMO - sobre racismo estrutural!



Como eu disse ali em cima que pra mim política se debate sim, eu listei um pequeno glossário dos meus livros 'O que é Sociologia' e do 'História Geral' sobre temas que são muito comentados nessa época, mas que nem sempre são fáceis de entender:

Ideologia: ideias que oferecem um ponto de vista ou conjunto de crenças para um grupo social.

Comunismo: sistema econômico baseado na posse coletiva da propriedade e dos meios de produção. 

Socialismo: doutrina política que visa estabelecer igualdade social e econômica.

Marxismo: alega que mudanças sociais advêm de conflitos entre classes sociais (os donos dos meios de produção x as massas trabalhadoras exploradas).

Esquerda: No espectro político, as ideias de quem acredita que cabe ao Estado reduzir as desigualdades socioeconômicas.

Direita: No espectro político, as ideias de quem acredita que desigualdades socioeconômicas devem ser reduzidas unicamente através do esforço dos indivíduos.

Fascismo: Sistema político, econômico e social nacionalista, anti-democrático, anti-operário, anti-liberal e anti-socialista. Prega o militarismo, totalitarismo (nada deve existir acima, fora e contra o Estado); autoritarismo (a autoridade do líder é indiscutível); a liberdade é desnecessária.

Liberalismo: Defende princípios burgueses, propriedade privada; individualismo econômico, liberdade de comércio e produção, sem controle do Estado.

Neoliberalismo: a crença de que os livres mercados, o governo limitado e as respostas dos indivíduos oferecem melhores soluções para os problemas do que o Estado.

Anarquismo: Prega a supressão de toda forma de governo. Propõe uma sociedade sem classe, sem exploração, de homens livres e iguais. Substitui o Estado por uma "república de pequenos proprietários".

 
Cidadãos conscientes fazem melhor política! Até a próxima linkagem ;D



Uma vez conversando com uma antiga colega de escola, lembramos de nosso ano escolar de 1996. 
Naquela época, raspar sobrancelha era algo super transgressor.

Um dia minha colega de classe apareceu com elas raspadas e a gente ficou meio em choque. 
Putz, você teve coragem?? 
 
Pegávamos o o busão juntas e o olhar das pessoas era bizarro. 

É tão louco pensar que hoje, por conta da popularização de certos tipos de maquiagem, raspar a sobrancelha tem se tornado uma questão de beleza e não mais de transgressão. É algo que ultrapassou o mundo alternativo chegando até em mulheres elegantes.
 
Talvez a principal diferença da época pra agora, é que as sobrancelhas eram raspadas, mas não desenhadas. Ficava-se SEM sobrancelha e esse é um visual que nem todo mundo sustenta, é verdade.

É interessante como as a estética, o comportamento, o que é aceito, belo, muda de acordo com as épocas e como conceitos mudam pelo caminho. 
 
O choque muda de foco e daí pra normalidade (ou quase isso) é um passo.



 


É doido porque às vezes eu caio nuns canais do youtube com milhaaares de seguidores e vou assistir os vídeos. As youtubers se comportam como adolescentes (mas são adultas!): bobinhas, bobinhas... sacodem braços, fazem careta, fazem cenas, piadinhas, querem ser engraçadas... parecem personagens daqueles programas cômicos sem graça.
"Boba alegre", como diria minha vó.

O ruim é que mesmo que o assunto seja legal, chega um ponto que não consigo mais assistir pois tanta expressão corporal me rouba o foco do assunto (e eu não tenho nem um pouco de déficit de atenção, imagiiiina...).

Eu sempre tento discordar daqueles estudos sociológicos e antropológicos que dizem que a geração Y não quer crescer, fico pensando, "estão julgando eles errado, os Y são incríveis!". Mas sei lá, sempre tem uns pra sujar a imagem da comunidade, né? Vai que justamente essas bobeirinhas é que são o segredo do sucesso de tantas youtubers?

Eu só espero não estar ficando mais velha e careta. 
Mas se eu estiver ficando, paciência. Em fazer ar blasé eu sempre fui boa. 

Marlene me ensinou a ser blasé ;D



A coerência egípcia nunca mudou, suas roupas foram as mesmas mesmo com o passar dos séculos.
Talvez nos lembremos deles como um dos povos do passado que mais estudava os céus.

Mestres das estrelas, refletiam nas pirâmides o cinturão de Órion.
Dentro da pirâmide de gizé há poços apontados para as estrelas.

"as above so below" = "tanto na terra quanto no céu" 

Os egípcios tinham consciência do universo e da ordem cósmica que mantém o equilíbrio.
(as above so below).

A vida em ciclos sempre voltando à origem.

Fênix dá inicio ao tempo, o início dos ciclos da ordem cósmica. Quando o ciclo se completa, fênix surge novamente em outro ciclo.
A natureza comandava os ciclos.
O Nilo seguia um ciclo. O ciclo do Nilo casava com o das estrelas.

O conceito de ciclos e a eternidade.

Os monumentos mudam de localização pra manter a sincronia da lei cósmica.
A esfinge olha pro leste; o sol no equinócio, o primeiro tempo; o leão no céu, a era de leão.

Maat dominava o mundo subterrâneo e representava a verdade na eternidade.
Thot senhor das sabedorias, arauto dos deuses.
Hórus o filho divino, o faraó do Egito.
Seshat deusa que alinha o tempo às estrelas, registrava os anos de um reinado.
Órion no leste.
Sírius na alvorada.

Num renascimento, a  Sírius sumia por 70 dias e depois aparecia, no horizonte.
Assim como o sol, o inicio de verão trazia a inundação que dava vida ao Nilo e ao Egito.

Ordem e desordem são parte do equilíbrio cósmico.

Haviam também as estrelas imperecíveis, as que nunca morrem, nunca se põem: as estrelas circumpolares. Elas alinham os templos, giram em 24h servindo como relógio.

Hoje mal conseguimos ver estrelas.
Eu chamo os meus ciclos de "fases", elas chegam como novidade e experimentação, eu as vivo e aprendo, elas acabam. Mas minha essência permanece (a vida em ciclos sempre voltando à origem).
Eu inicio outra fase, novo aprendizado, novo fim.

Aprendi com os egípcios sobre ciclos e continuaremos contando estrelas por milênios.






“Um dia [por volta dos 18 anos] eu acordei de manhã, fui no meu armário e vi que só usava preto. Eu pensei: “Nada disso”. Peguei uma calça e rasguei toda, botei uma meia roxa, enchi a cara de batom, desgrenhei o cabelo e fui para a rua. Levei porrada. Meu dente entrou pelo lábio, tenho a marca até hoje. Fui parar no [hospital] Miguel Couto. Mas pior foi tomar cuspida na cara, como aconteceu em Ipanema. É difícil ser a primeira, a ousar, a usar esse visual. Atualmente não assusto mais, mas tem gente que acha que sou travesti. Agrado as minorias.”




"Nunca fiz o jogo dos outros. O que as pessoas achavam bom eu não dava valor. Claro que não estou fora do sistema."


"Ser livre é um trabalho de muitas gerações, não incomoda absolutamente. Mas nós não estamos prontos para isso. A gente tem liberdade de escolher a prisão que a gente quer ficar, tem gente que é até escravo da liberdade, procura tanto a liberdade que fica escravo dela."




"Ninguém tá tratando a vida como sagrada. Qual é a proposta? Casar, ter filho, ganhar dinheiro, deus é o dinheiro. Não usam mais o tempo para ser, só para ter. Ter não é ruim, não, mas você usar seu tempo todo para ter?"



"Um dia mandei fazer uma com rabo de cabelo falso. Queria cabelo de negro. Desde a infância. Quando era pequena, lá na roça, e as negras tiravam as tranças e o cabelo ficava enorme, eu ficava encantada! Que cabelo maravilhoso! E elas diziam: “Não, o teu que é bom, e o nosso é ruim”. Achava o meu cabelo bem pior. Então, pensei em um dia ter cabelo de negra."


"O mundo não tá careta, o mundo tá muito ignorante. E a ignorância é mãe e irmã do preconceito. Quando eu tinha uns oito, nove anos, morava na roça em Minas Gerais, e meu pai sempre falava: presta atenção na natureza, ela ensina tudo."


"Eu tenho muitos deuses, sou politeísta. Tem uma frase do Álvaro de Campos que eu acho que foi feita pra mim: “Ergo em cada canto de minha alma um altar a um deus diferente”.
As religiões nos atrapalharam muito. O que essas religiões fizeram? Eu adoro Cristo, mas Cristo só trata do homem. E a floresta, que é nossa irmã? E a pedra, que é nossa irmã? E o cavalo? E o rato?  Botamos um monte de coisa pro homem fazer e esquecemos do tempo em que a terra era sagrada, do tempo em que a floresta era sagrada. Você pedia licença para tirar uma folha, nos tempos em que o mar era sagrado. Para os gregos, era Poseidon; para os romanos, Netuno; para os africanos, Iemanjá; e você não poluía o mar, né? No tempo em que o raio era sagrado, para os africanos, Iansã; o trovão, Xangô; na hora em que a deusa raia e o deus trovão se encontram tem a trepada do céu com a terra, e aí tem o orgasmo que é chuva e a terra germina. Isso é sagrado. Mãe natureza fez, tá muito bem feito. Agora nós não conhecemos mais a mãe natureza. Hoje o ser humano olha pra mata e diz “como é bonita a natureza”, como se ele não fizesse parte. Como assim?"


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Num dos grupos de blogagem coletiva que faço parte, o Season of the Witch, surgiu um projeto chamado Cápsula do Tempo
Achei curioso que na minha timeline do Facebook algumas pessoas estão participando de uma corrente bem similar, mas este que postarei agora foi criado dentro do grupo mês atrás e sugere a seguinte pergunta:

"Se pudesse entregar uma carta para você mesma no passado, como seria? O projeto consiste nesse conceito, em fazer uma cápsula do tempo às avessas. Onde fazemos um apanhado do nosso hoje e levamos para o nosso ontem. "
  




O fato é que cresci e perdi muito da ingenuidade e esperança de quando era mais nova. De repente percebi que muitas coisas perderam o encanto, não porque não sejam encantadoras mas porque passei a vê-las como realmente são, sem ilusões ou sonhos. Hoje acho que é mais difícil pra mim ser feliz sabendo tanto do mundo. E não quero viver numa bolha de falsidade, fingindo que o mundo é perfeito. E está bem complicado não saber o que será do Brasil amanhã no meio de um crescente conservadorismo e intolerância que com certeza afeta os diferentes.

O Projeto diz pra fazemos um apanhado do nosso hoje e levarmos para o nosso ontem. Mas a cada dia, eu sinto o contrário. Eu sinto que a Sana mais jovem tem muito mais a me ensinar que a Sana mais velha. Busco inspiração naquela Sana jovem. Às vezes eu até queria ser ela de novo, não pela juventude mas pela gana e energia de  encarar o mundo à sua frente.
Cada vez que penso no meu passado,  não é pra "consertá-lo" é pra resgatar algo que perdi. 
Que perdi porque o mundo é seco e cruel, porque os afazeres adultos consomem as energias; porque algumas pessoas gostam de encarnar o papel de fantoches ignorantes. E outras sempre jogam aqueles pensamentos ruins sobre t-u-d-o, mesmo que elas não percebam.
A Sana do passado podia ter seus altos e baixos mas não precisava de tantas máscaras sociais. A vida era realmente mais simples mesmo não sendo fácil.
E eu sempre penso que o que eu faço hoje não pode decepcionar a Sana jovem.

Decidi enviar essa cápsula do tempo à mim mesma aos 17 anos.
Durante a vida escolar, achava escola uma prisão que fazia todo mundo pensar igual, criando robôzinhos. Essa impressão se dava porque era uma escola que educava pro vestibular e tinha uma diretora que não suportava alunos "diferentes". As aulas que eu mais gostava eram de humanas, como literatura e história da arte, geografia e o trio sociologia, história e filosofia porque os professores eram os que mais estimulavam o questionamento.
Só que eu era cheia das opiniões próprias, questionamentos, atrevimentos, rebeldias e impulsividades e podem ter certeza, assim como não ouvi conselhos na época, não creio que ouviria este.
Até ouviria, mas pelo que eu era, nem levaria tanto em consideração. Então, o que a Sana adulta faria, seria usar melhor as palavras de forma que a Sana jovem as aceitassem mais facilmente...

Minha carta seria: não desista da sua rebeldia e nem aceite passivamente uma mudança no seu jeito. Não abandone seu engajamento em causas políticas, seus interesses na sociedade. Você deve continuar lendo sobre história, sociologia e filosofia!
Mesmo que te digam coisas más, mesmo que você veja a maldade do mundo, existem formas de ser ativo e instigar mudanças nas pessoas.
É completamente possível ser rebelde! Basta canalizar essa energia à projetos que você se identifica. As pessoas tendem a associar rebeldia com "coisa errada", mas isso é uma forma de calar quem não aceita o que foi imposto.
Dizer que rebeldia é ruim, é uma forma de silenciar mentes inquietas. Mantenha sua mente o mais inquieta que conseguir!


Em breve tem mais projeto do Season of the Witch por aqui! 
Bjs!! ♥



Uns tempos atrás li um texto da newsletter da escritora Aline Valek. O título era "Não deixe o link morrer". Deixarei o link mais abaixo, trata-se de um texto sobre o fato que as mídias/redes sociais "engoliram" os blogs e direcionaram o olhar das pessoas para imagens.

Muito se tenta reativar a forma como os blogs interagiam antes entre si antigamente. Os grupos de blogagem coletiva tentam resgatar isso, mas muitos grupos se tornam também espaços de divulgação. Pra mim, isso só demonstra como esses "espaços de divulgação", antes feitos pelos próprios blogs, migraram para as redes sociais. E são extremamente necessários pros clicks circularem!

Segundo Aline Valek, 
"links são a base da internet e são eles que nos permitem explorar tudo o que ela tem para oferecer em seu mundo. Bem antes de existir o Google, os primeiros blogs funcionavam como centralizadores de links; uma página onde a pessoa guardava as páginas interessantes que ela encontrava no faroeste internético, quando boa parte de tudo isso aqui ainda era mato. Era uma época em que você tinha que pegar os sites na unha. Para acessá-los, era preciso saber o endereço. Então os blogs que faziam essa curadoria de links facilitavam a aventura de explorar a world wide web.
Mas vieram as redes sociais e os links passaram a perder valor. As pessoas são incentivadas a postar o conteúdo diretamente nas redes sociais, e desencorajadas a postar links que levem para outras páginas. O Zuckeberg é um que odeia links. Ele faz isso porque quer que você não saia do ambiente do Facebook ou do Instagram; não porque goste de você, mas porque deseja centralizar o máximo de poder e lucro só pra ele. Essa centralização ajudou a atrofiar os blogs e iniciar uma nova era, onde a livre navegação pelos mares da internet foi dando lugar a uma passiva rolagem de tela para ver o que cai ali."

A autora também comenta sobre o péssimo hábito de se compartilhar prints de imagens aos invés do link original: "Porque ao printar e compartilhar a imagem, você está desvinculando aquele texto/comentário da fonte original. E isso é acabar com uma coisa importantíssima: a capacidade de checar fatos e rastrear informações. De onde vem essa info? É fonte confiável? Qual é a data? De quem é a autoria?  
E é triste que a internet esteja perdendo a cultura de linkar e compartilhar links, para favorecer a imagem, sempre a imagem, nessa nossa cultura de aparências e de consumir as coisas rapidinho para já passar para a próxima.
Imagine se as pessoas compartilhassem com o mesmo gosto aquilo que elas acham bacana e construtivo. Muitos blogs e projetos não teriam morrido. A internet talvez estaria mais suportável de se habitar. Então não deixe o link morrer. Não deixe o link acabar. A internet é feita de links; de link pra nóis navegar." 


Então EU decidi publicar minhas linkagens, pois não quero que blogs morram e quero que matérias que achei interessantes sejam acessadas!
Quero aproveitar e convidar meus leitores a quem sabe, talvez, um dia, pensarem nessa possibilidade de interação. Que esqueçam egos, esqueçam "dar ibope pra um blog que já é conhecido", ou "porque não quero que você tenha acesso" ou ainda "porque tal blog é muito pequeno", ou  porque "não gosto da fulana embora ela faça posts ótimos". Sinceramente não leva a nada pensar assim. Na verdade é um pensamento horroroso, egoísta e que emana péssimas energias. Imagine se nós nos compartilhássemos: clicks circulariam, pessoas conheceriam blogs e seguiriam!

Sozinhos somos raros. Juntos somos fortes.


Como podem notar na lateral esquerda desse blog, existe um blogroll de alguns blogs que acompanho (tenho 30 blogs listados, mas o blogger só mostra 25). Decidi resgatar isso no Diva porque sinto que o mundo blogueiro alternativo atualmente não se compartilha tanto quanto deveria, sendo nós uma "comunidade de outsiders" (tenho blogroll no Moda de Subculturas também desde o início daquele blog!) deveríamos apoiar mais uns aos outros... Não sei o motivo, mas acho um saco  isso de se "profissionalizar" ou se "comercializar" e riscar do layout os blogs que lê. Se somos alternativos, por que imitamos esses hábitos "higienizadores de layout" do mainstream se nossa única forma de "mídia" é um compartilhar o outro

A intenção é fazer com que links legais circulem de forma espontânea. Sim divulgados "gratuitamente"! Não é possível querer monetizar (ou ganhar algo em troca) só pra linkar um post que você curtiu! Isso beira o absurdo! É uma coisa tão legal ir clicando nos  links ou blogroll de outros blogs e ir criando uma rede de leitura... E às vezes a gente não conhece um blog e alguém joga um link dele e a gente clica e daí já lê o blog todo, conhece, segue...

E veja bem, não é um "projeto do Diva Alternativa". Minha única regra é linkar sempre algum blog alternativo que curti as postagens porque blogs alternativos precisam ter conexão entre si pra sobreviverem... (quem sabe você se vê por aqui e vejo um dos meus blogs linkados por aí! :D)

Embora se chame "linkagem da semana", não postarei toda semana e sim, quando eu tiver links legais a mostrar. Mas a ideia tá aí! Então segue minha primeira leva de links!

LINKAGEM DA SEMANA #1

Artigos/Assuntos Diversos:


Blogs Alternativos:
* Dois links sobre Lovecrat porque é meu escritor de horror/ficção favorito rsrs! 


Até a próxima Dyvas!  

P.S: tô devendo uma finalização sobre  os textos de "Publicidade em blogs alternativos". O texto tá pronto a um tempão mas ainda não publiquei por motivos de indecisão se publico no blog ou em formato ebook (texto pra download) hehe!