Lita Ford: Living like a Runaway

Em seu novo álbum, Living Like A Runaway, Lita Ford escreveu uma música para seus filhos. “Mother” expressa todo o amor que a cantora sente por seus dois garotos. O que acontece é que há pouco mais de um ano Lita está divorciada de Jim Gilette e ele ficou com a guarda dos meninos. 

A cantora estava pra estreiar um reality show sobre sua família e teve de viajar à negócios, quando voltou Jim e os filhos não falavam mais com ela. Ela não sabe porque o ex-marido falou para as crianças em sua ausência que fez com que os meninos a evitassem desde então. Ela teme que os meninos não tenham sequer ouvido a música nova, que é super emocional, por intervenção do ex-marido.

“Ele fez uma lavagem cerebral nos meninos e os afastou de mim. Descontou o peso do divórcio em cima deles, o que é a pior coisa que alguém pode fazer com os próprios filhos. Escrevi essa música para dizer a eles o quanto os amo, que não queria que isso tivesse acontecido, embora eles achem que sim”, declarou Lita.

Lita também alegou que seu álbum de volta, o Wicked Wonderland, foi praticamente escrito por Gilette e que o novo álbum é uma álbum mais "Lita Ford". A julgar pelas fotos de divulgação, está mesmo!


Bom, eu amo a Lita, quando adolescente ela era uma das roqueiras que me inspiravam. Eu espero mesmo que esse novo álbum seja a cara dela e desejo que ela possa resolver essa situação com os filhos o mais breve possível pois não deve ser fácil!!



Capa do novo álbum e a edição especial, cheia de mimos!

 

Tem entrevistas boas com ela nos links abaixo, se estiverem dispostos, deem uma lida:

R.I.P Ray Bradbury

Ontem um de meus escritores preferidos faleceu: Ray Bradbury.
Pra deixar registrado uma singela homenagem à este que por anos me fez adentrar no mundo da ficção científica e esquecer completamente o mundo real, optei por escrever trechos de alguma de suas obras.

Para isso, fui na minha estante onde estão os livros dele, fechei os olhos e agarrei um. O escolhido foi "Morte é uma transação solitária". Me lembro exatamente de quando o comprei, devia ter uns 17 anos e escolhi exatamente por ser um livro mais "dark", naquela idade eu era apaixonada por romances policiais, intrigada com a morte e me refugiei naquela leitura.

"Morte é uma Transação Solitária" é o primeiro livro policial do escritor, lançado em 1985. A história fala de uma série de assassinatos ocorridos 1949. Me lembro da descrição dos locais como se eles fossem reais. O cais...como esquecer aquele cais? E as histórias de amor, a exentricidade dos personagens que pareciam tão reais, tão palpáveis!
Nunca me esqueci da história e aguardo o momento certo de reler o livro.

Trechos escolhidos aleatóriamente ao folhear as páginas:

"Durmo algumas vezes quando o sol nasce, como os vampiros. O meio dia não foi feito pra mim."

"Controlo o passado, não sei lidar com o presente e o futuro que se dane. Não estarei lá, não quero ir para lá..."

"...Há murmúrios estranhos na porta da geladeira, o gelo despenca lá dentro à meia noite e produz um som igual ao de uma risada no momento errado. O banheiro do outro lado do corredor gargareja a noite toda. Os cupins debaixo de sua cadeira vão abocanhar tudo e fazê-la despencar no inferno. As aranhas, na parede, estão remendando a mortalha dela..."

"Era uma voz que vinha do passado, fazendo-nos recordar um toque muito conhecido, um hálito quente na orelha, um acesso de paixão semelhante à um relâmpago que clareia o céu."

"Quem de nós não é vulnerável ao ouvir certa voz às 3 da madrugada? Ou desperta depois da meia noite e surpreende alguem chorando? Você descobre que o pranto é seu, só que você não sabia, no meio daquela noite em que você estava tendo um sonho ruim."

Crucified Barbara: Into the Fire

Uma das bandas que eu adoro, a Crucified Barbara, lançou mês passado o álbum Midnight Chase.  O álbum segue o estilo hardrockiano da banda com letras poderosas que mostram que as garotas é que mandam hahaha!!

Esse é o primeiro video do álbum: Into the Fire.